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REFORMA TRIBUTÁRIA: O MAPA DA MINA PRA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

26/1/2026

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Escrito por Rodrigo Gasparini Franco

A reforma tributária entra em vigor neste ano e traz mudanças diretas para micro e pequenas empresas, que representam a maior parte dos empregos formais do país. A promessa é de simplificação e mais competitividade, mas o impacto real dependerá de como cada empreendedor se preparar para o novo sistema. Entender as mudanças e agir rápido pode evitar surpresas na carga tributária e abrir oportunidades de crescimento.

O principal ponto da reforma é a criação de dois impostos sobre valor agregado: a CBS (federal) e o IBS (de estados e municípios), que substituirão PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.
Para quem está no Simples Nacional, o regime simplificado continua, mas com uma novidade estratégica: a partir deste ano, pequenos negócios poderão, em certas condições, destacar CBS e IBS nas notas fiscais e gerar créditos para seus clientes. Isso elimina uma barreira histórica para entrar em grandes cadeias de fornecimento.
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Na prática, empresas do Simples que vendem para indústrias, redes varejistas ou grandes prestadores de serviços deixam de ser vistas como "menos interessantes" por não gerarem crédito tributário. A reforma abre essa porta, mas exige que o empreendedor abra mão de parte da simplicidade atual, apurando tributos específicos. A decisão precisa de cálculo, simulação e orientação especializada.

A primeira dica é não esperar: converse já com seu advogado sobre cenários possíveis. Vale a pena destacar CBS e IBS nas notas? Há vantagem em permanecer no Simples tradicional? Qual o impacto nas margens? Simulações baseadas no faturamento real e na estrutura de custos são essenciais para transformar a reforma em oportunidade.

A segunda orientação é investir em digitalização. Quem ainda trabalha "no papel" ou em planilhas improvisadas deve adotar um sistema simples de gestão e emissão de notas, integrado a profissionais de contabilidade e assessoria jurídica. A reforma promete reduzir burocracias e padronizar obrigações, mas a transição exige adaptação de sistemas eletrônicos.

Para microempreendedores individuais, a terceira dica é usar o início de 2026 para regularizar CNPJ, organizar emissão de notas e separar contas pessoais das empresariais. Em um ambiente tributário mais digital, a informalidade terá custo maior.

A quarta recomendação é acompanhar as discussões sobre alíquotas e benefícios setoriais por meio de sindicatos, Sebrae e entidades empresariais. Quanto mais organizado o segmento, maiores as chances de proteção aos menores negócios.

Por fim, a quinta dica é reforçar o controle de caixa e custos. Ter dados de faturamento, ticket médio e margens ajuda a revisar preços com segurança caso os tributos efetivos mudem.

Com a reforma em andamento, micro e pequenas empresas enfrentam um cenário ambíguo: o novo sistema pode simplificar e abrir mercados, mas também punir quem permanecer desorganizado. Informação qualificada, apoio profissional e investimento em gestão separarão quem sofrerá da mudança de quem transformará a nova realidade em vantagem competitiva.
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DEZEMBRO LARANJA 2025 REFORÇA A PREVENÇÃO CÂNCER DE PELE: O TUMOR DE MAIOR INCIDÊNCIA NO BRASIL

29/12/2025

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A médica especializada em Dermatologia Flávia Villela, alerta para a importância da prevenção e diagnóstico precoce

Com o aumento da exposição solar no Brasil, o câncer de pele permanece como o tipo de tumor mais frequente no país, representando cerca de 33% de todos os casos registrados. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são detectados aproximadamente 185 mil novos casos por ano. A médica especializada em Dermatologia Flávia Villela reforça que a prevenção deve fazer parte da rotina diária, especialmente diante do crescimento dos diagnósticos e da persistente falta de proteção adequada entre a população.
 
Para Dra. Flávia, ainda há grande subestimação dos riscos. “A exposição solar sem proteção adequada é a principal causa do câncer de pele. Embora muitas pessoas conheçam os perigos da radiação UV, muitas ainda não entendem que o uso do filtro solar precisa ser diário, independentemente do clima ou estação”, afirma.
 
Antes dos sinais de alerta, a médica lembra que cada pessoa possui um nível diferente de sensibilidade à radiação. Pessoas com pele mais clara devem redobrar os cuidados, pois possuem menor quantidade de melanina e, portanto, são mais vulneráveis aos efeitos nocivos do sol. Além disso, indivíduos com histórico familiar de câncer de pele têm risco aumentado e precisam manter acompanhamento dermatológico regular para garantir a detecção precoce de qualquer alteração.
 
A observação cuidadosa dos sinais cutâneos é determinante. “Lesões que sangram facilmente, manchas que mudam de cor ou textura e feridas que não cicatrizam são sinais que merecem atenção imediata”, reforça a médica, destacando que tanto o melanoma quanto o câncer de pele não melanoma podem evoluir se não forem identificados rapidamente.
 
Cuidados essenciais para a pele
 
O cuidado diário deve incluir o uso de filtro solar com FPS 50 ou superior, com reaplicação ao longo do dia para garantir proteção contínua. A hidratação da pele, especialmente após a exposição ao sol, também é fundamental para manter a barreira cutânea saudável. A médica especializada em Dermatologia, Flávia Villela, reforça ainda a importância da proteção física, como chapéus, óculos escuros, roupas com proteção UV e a preferência por locais sombreados sempre que possível.
 
A médica destaca também a necessidade de atenção às áreas frequentemente esquecidas, como orelhas, pescoço, dorso das mãos, lábios e couro cabeludo, que também sofrem danos pela radiação UV. Outro ponto importante é evitar longos períodos de exposição direta ao sol, especialmente nos horários de maior intensidade. Por fim, a médica lembra que consultas dermatológicas periódicas são essenciais para acompanhar pintas, manchas e qualquer alteração suspeita, garantindo diagnóstico precoce e maior segurança. Dezembro Laranja 2025 reforça a prevenção do câncer de pele: o tumor de maior incidência no Brasil
 
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ENDIVIDADO ATÉ O PESCOÇO? VEJA COMO A NOVA LEI PODE SALVAR SEU ORÇAMENTO

23/12/2025

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Escrito por Rodrigo Gasparini Franco


A Lei do Superendividamento (Lei 14.181/2021) surge como um farol de esperança para milhões de brasileiros que se encontram em uma situação financeira delicada, onde as dívidas se acumulam a ponto de comprometer a subsistência e a dignidade. Essa legislação representa um avanço significativo na proteção do consumidor, oferecendo um caminho para a renegociação de débitos e a recuperação da saúde financeira.

Uma das principais vantagens da lei é a possibilidade de o consumidor superendividado buscar a repactuação de suas dívidas de forma organizada e judicialmente assistida. Isso significa que, ao invés de lidar individualmente com cada credor, o devedor pode apresentar um plano de pagamento que contemple todos os seus compromissos, respeitando o mínimo existencial – ou seja, o valor necessário para cobrir as despesas básicas de sua família. Essa medida evita que o consumidor fique sem recursos para alimentação, moradia, saúde e educação, garantindo uma vida digna enquanto busca quitar suas pendências.

Outro ponto crucial é a suspensão das ações de cobrança e a proibição de novas negativações durante o processo de repactuação. Essa pausa é fundamental para que o devedor possa respirar, organizar suas finanças e negociar com mais tranquilidade, sem a pressão constante das cobranças e o impacto negativo no seu crédito. A lei também prioriza a conciliação, incentivando que credores e devedores cheguem a um acordo amigável, o que agiliza o processo e reduz os custos para ambas as partes.
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Para requisitar os benefícios da Lei do Superendividamento, o primeiro passo é procurar o auxílio de um advogado. Esse profissional poderá analisar a situação financeira do indivíduo, verificar se ele se enquadra nos critérios de superendividamento e auxiliar na elaboração do plano de pagamento. É importante reunir todos os documentos relacionados às dívidas, como contratos, extratos e comprovantes de renda, para que o processo seja o mais transparente e eficiente possível.

Após a análise e a elaboração do plano, o pedido é protocolado na Justiça, que convocará os credores para uma audiência de conciliação. Caso não haja acordo, o juiz poderá determinar um plano de pagamento compulsório, garantindo que o consumidor tenha condições de quitar suas dívidas sem comprometer sua subsistência. A Lei do Superendividamento não é um incentivo ao calote, mas sim uma ferramenta de inclusão financeira e de resgate da dignidade para aqueles que, por diversos motivos, perderam o controle de suas finanças. É um convite à responsabilidade compartilhada entre devedores e credores, visando a construção de um ambiente econômico mais justo e equilibrado.

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PLANO DE SAÚDE NEGOU? SAIBA COMO VIRAR O JOGO E GARANTIR SEU TRATAMENTO!

17/11/2025

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Escrito  por Rodrigo Gasparini Franco

Em um cenário cada vez mais comum, a negativa de cobertura por parte dos planos de saúde tem se tornado uma fonte de angústia e incerteza para muitos beneficiários. Diante de uma situação tão delicada, é fundamental saber como agir para garantir o acesso aos direitos e tratamentos necessários. A primeira e mais importante medida é manter a calma e não aceitar a negativa como uma decisão final.

Ao receber a recusa, seja por telefone, e-mail ou carta, solicite imediatamente que a operadora do plano de saúde formalize a negativa por escrito, com a justificativa detalhada e o embasamento legal ou contratual para a decisão. Este documento é crucial para os próximos passos. Verifique se a doença ou procedimento em questão está previsto no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ou no contrato do seu plano. Muitas vezes, a negativa ocorre por alegações de que o procedimento não está no rol, mas a Justiça tem entendido que o rol da ANS é exemplificativo, e não taxativo.

Com a negativa em mãos, procure um advogado especializado em direito da saúde. Este profissional poderá analisar o caso, verificar a legalidade da recusa e orientar sobre as melhores estratégias. Em muitos casos, a via judicial é a mais eficaz para reverter a situação, especialmente quando há urgência no tratamento. O advogado poderá ingressar com uma ação judicial, muitas vezes com pedido de liminar, para que o plano de saúde seja obrigado a cobrir o procedimento em um curto espaço de tempo.

Além da via judicial, é possível registrar uma reclamação na ANS. A agência reguladora pode intermediar a situação e, em alguns casos, a operadora pode reconsiderar a negativa para evitar sanções. O Procon também é um órgão de defesa do consumidor que pode ser acionado. Embora não tenha o mesmo poder de decisão que a Justiça, a reclamação no Procon pode gerar pressão sobre a operadora.

É importante reunir todos os documentos relacionados ao caso: laudos médicos, pedidos de exames e procedimentos, histórico da doença, comprovantes de pagamento do plano, e-mails e cartas trocadas com a operadora. Quanto mais completa a documentação, mais fácil será comprovar a necessidade do tratamento e a injustiça da negativa. Lembre-se que a saúde é um direito fundamental, e os planos de saúde têm o dever de garantir a assistência aos seus beneficiários. Não hesite em buscar seus direitos e lutar pelo tratamento adequado.
 

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MULTA DE TRÂNSITO: ENTENDA AS INFRAÇÕES MAIS COMUNS E COMO RECORRER

22/10/2025

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Escrito por Rodrigo Gasparini Franco

No cenário do trânsito brasileiro, algumas infrações se destacam não apenas pela frequência com que ocorrem, mas também pela complexidade que envolve seu processo de autuação e as possibilidades de recurso. Entre as mais debatidas estão o uso de celular ao volante, o avanço de sinal vermelho e a parada sobre a faixa de pedestres. Compreender os detalhes dessas infrações e os caminhos para contestá-las é fundamental para qualquer condutor.

O uso do celular enquanto dirige, por exemplo, é uma infração que tem gerado inúmeras autuações. Considerada gravíssima, ela não se restringe apenas a falar ao telefone, mas abrange qualquer manipulação do aparelho, como digitar mensagens, navegar em aplicativos ou até mesmo segurá-lo. A dificuldade em comprovar a infração de forma inequívoca, muitas vezes baseada apenas na observação do agente de trânsito, abre precedentes para questionamentos. A ausência de provas fotográficas ou de uma descrição detalhada e objetiva da conduta no auto de infração pode ser um ponto crucial para a defesa do motorista.

Similarmente, o avanço de sinal vermelho e a parada sobre a faixa de pedestres são infrações que, embora muitas vezes flagradas por sistemas eletrônicos, também podem ser passíveis de recurso. No caso do avanço de sinal, é essencial verificar a regularidade do equipamento de fiscalização, sua homologação e a clareza da sinalização no local. Problemas como semáforos com visibilidade prejudicada, posicionamento inadequado do radar ou a ausência de uma imagem que comprove a transposição da linha de retenção podem invalidar a multa. Para a parada na faixa de pedestres, a defesa pode se basear em situações de trânsito intenso que impossibilitaram a parada antes da faixa, ou em falhas na sinalização horizontal.
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Para recorrer dessas e de outras multas, o condutor dispõe de três etapas principais. A primeira é a Defesa Prévia, apresentada logo após o recebimento da Notificação de Autuação. Nesta fase, são verificados erros formais no preenchimento do auto, como dados incorretos do veículo ou do local da infração. Caso a defesa prévia seja indeferida ou não seja apresentada, o próximo passo é o Recurso em Primeira Instância, direcionado à JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infrações). Aqui, o motorista pode apresentar argumentos mais elaborados, com provas e fundamentação legal, contestando o mérito da autuação. Se a JARI também indeferir o recurso, ainda há a possibilidade de apresentar o Recurso em Segunda Instância ao CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito). Em todas as etapas, é crucial apresentar argumentos claros, objetivos e, sempre que possível, acompanhados de provas que corroborem a defesa, como fotos do local, vídeos ou documentos que comprovem a irregularidade da autuação.
 
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BIOMETRIA VIOLADA: O PREÇO DA INSEGURANÇA DIGITAL

8/10/2025

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Escrito por Rodrigo Gasparini Franco

​A decisão recente que obrigou um grande banco a indenizar uma cliente vítima de golpe por reconhecimento facial reacende o debate sobre segurança digital, responsabilidade das instituições financeiras e a exposição dos consumidores diante de tecnologias de autenticação. Esse episódio, somado a outros ocorridos em diferentes regiões do país, revela uma contradição inquietante: a biometria — vendida como barreira final — tem sido justamente o ponto explorado por criminosos cada vez mais sofisticados. Mais do que o montante perdido, o caso reforça a ideia de que o risco das operações digitais deve cair sobre quem oferece e lucra com o serviço, não sobre clientes que quase nunca dispõem de meios técnicos para se defender.

Nos últimos anos, bancos apostaram no reconhecimento facial como promessa de maior segurança e conveniência. A lógica parecia inquestionável: traços únicos, difíceis de reproduzir, garantiriam transações confiáveis. Na prática, porém, surgiram métodos capazes de contornar esses sistemas — imagens adulteradas, deepfakes, vídeos fraudulentos e mesmo ferramentas de inteligência artificial usadas para enganar sensores. Consumidores, confiantes na tecnologia, foram surpreendidos por esquemas complexos e de difícil prevenção.

No processo em questão, a titular constatou transferências substanciais sem sua autorização. A instituição sustentou que os procedimentos seguiram protocolos e que a aprovação só poderia ocorrer com a biometria legítima. O Judiciário, entretanto, entendeu de maneira diversa: caberia ao banco assegurar a efetividade da proteção que ele mesmo oferta. Havendo falha no mecanismo, a vítima não deve arcar com o prejuízo. Não é aceitável atribuir a um usuário leigo a responsabilidade por vulnerabilidades fora de seu controle.

Esse entendimento acompanha uma tendência no país. Antes prevalecia a ideia de que fraudes eletrônicas configuravam fortuito externo, imprevisto independente das instituições. Com o aumento dos casos e a percepção de que a digitalização gera lucro às instituições, a jurisprudência tem apontado que o risco é inerente à atividade financeira. O setor exige confiança absoluta; e a assimetria entre empresas tecnológicas e consumidores reforça o dever de proteção.
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Embora os bancos adicionem camadas extras de autenticação, os golpistas também evoluem; cada barreira é testada e contornada. Nessa corrida tecnológica, o papel do Judiciário é crucial: impor limites, garantir reparações e evitar que a vítima seja transformada em culpada. Decisões que condenam ao ressarcimento e indenização por danos morais enviam sinal claro: quem lucra com a segurança deve arcar com os riscos. O precedente não encerra o debate, mas pressiona o setor a melhorar práticas urgentemente.
 

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INSS E O VÍCIO NO JOGO DO TIGRINHO

26/8/2025

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Escrito por Rodrigo Gaparini Franco

O aumento do vício em jogos online, como o popular “jogo do tigrinho”, tem gerado impactos reais na saúde mental e na vida profissional de muitos brasileiros. Esse fenômeno, que ganhou força nos últimos anos, não só compromete o orçamento de famílias, mas também tem levado trabalhadores a desenvolverem quadros de ansiedade, depressão e outros transtornos psicológicos. Diante desse cenário, cresce o número de pessoas que buscam o auxílio-doença do INSS após serem diagnosticadas com problemas de saúde relacionados ao uso compulsivo desses jogos.

O auxílio-doença, atualmente chamado de auxílio por incapacidade temporária, é um benefício previdenciário destinado a segurados do INSS que, por motivo de doença ou acidente, ficam temporariamente incapazes de exercer suas atividades profissionais. Para ter direito ao benefício, é necessário manter a qualidade de segurado, cumprir a carência mínima de 12 contribuições mensais (salvo em casos de acidente ou doenças graves) e apresentar laudos médicos que comprovem a incapacidade. No caso de transtornos mentais causados pelo vício em jogos, o diagnóstico deve ser feito por médico psiquiatra, podendo contar também com relatórios de psicólogos, e o trabalhador precisa apresentar atestados, exames e, preferencialmente, um histórico de acompanhamento terapêutico.

O INSS tem reconhecido, em algumas situações, o direito ao auxílio-doença para quem apresenta transtornos mentais relacionados ao uso excessivo de jogos online, desde que haja comprovação médica robusta e que o segurado esteja em dia com suas contribuições. O processo não é automático: o trabalhador deve solicitar o benefício pelo Meu INSS e, em geral, passar por perícia médica, onde o perito avaliará se a condição realmente impede o exercício da atividade profissional. Caso o pedido seja negado, é possível recorrer administrativamente ou até mesmo buscar a via judicial, apresentando novos documentos e laudos que reforcem a necessidade do afastamento.

É fundamental que o segurado busque ajuda médica assim que perceber sinais de dependência, como insônia, irritabilidade, queda de rendimento no trabalho, isolamento social e prejuízo nas relações familiares. O acompanhamento psicológico e psiquiátrico não só contribui para a recuperação, mas também fortalece o pedido junto ao INSS, demonstrando que o tratamento está sendo seguido e que a incapacidade é real.

A informação e o acesso ao tratamento adequado são essenciais para garantir o direito ao benefício e a recuperação da saúde. O vício em jogos online é um problema atual, que exige atenção e cuidado, e a legislação previdenciária pode ser uma aliada importante para quem precisa de tempo e apoio para se reerguer.
 
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RIBEIRÃO PRETO LIDERA A LISTA DE DESTINOS NACIONAIS COM HOTÉIS 5 ESTRELAS QUE CABEM NO ORÇAMENTO

31/7/2025

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Para viajantes que buscam o conforto e os benefícios premium de hotéis 5 estrelas sem o preço exorbitante, novos dados do Hotel Price Index da Hoteis.com revelam algumas opções surpreendentes e atraentes em todo o Brasil. Este relatório anual destaca destinos onde acomodações de luxo oferecem valor excepcional, desafiando a impressão de que experiências 5 estrelas estão sempre fora do orçamento.
 
Em primeiro lugar, oferecendo a melhor relação custo-benefício para estadias de luxo, está Ribeirão Preto, com uma diária média de 5 estrelas por apenas R$ 280. Ribeirão Preto, famosa por suas cervejarias no interior de São Paulo, destaca-se como exemplo de luxo acessível com opções de Spa, assim como no Matiz Vilaboim Ribeirão Preto, por exemplo.
 
Atrás de Ribeirão, o levantamento também listou outros destinos 4 ou 5 estrelas com preços acessíveis, incluindo:

- Manaus: Porta de entrada da Amazônia, com diárias médias de R$ 280, o Mural Living Hotel Manaus é uma das opções mais econômicas de hotel 4 estrelas, com decoração artística e restaurante, próximo ao Teatro Amazonas.

- Curitiba: Conhecido por suas atrações culturais diferenciadas, com diárias de R$ 455. O Bourbon Hotel e Suítes Curitiba conta com 3 restaurantes diferentes com diversas opções no buffet, piscina para relaxar e aproveitar o dia e, para os visitantes que não conseguem escapar da academia, há um espaço para se exercitar mesmo durante as férias.

- Recife: A charmosa capital de Pernambuco, com suas praias urbanas, oferece estadias 5 estrelas por R$ 706 no charmoso Hotel Atlante Plaza, com uma piscina de tirar o fôlego com vista para o mar e um bar para relaxar e curtir uma boa conversa à noite, além de acesso VIP com vantagens para associados.
 
Essas descobertas indicam que os viajantes podem desfrutar do conforto e das comodidades de hotéis de primeira linha em diversas cidades brasileiras sem gastar muito.
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DESISTIU DO IMÓVEL? SAIBA QUAIS SÃOS SEUS DIREITOS!

28/7/2025

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Escrito por Rodrigo Gasparini Franco

O distrato imobiliário, que é quando você desiste da compra de um imóvel antes de receber as chaves, é algo bem comum no Brasil. Seja por causa de problemas financeiros, mudanças de planos ou até mesmo por atrasos na obra, muitas pessoas acabam passando por isso. Para deixar tudo mais claro e justo, existe uma lei, a Lei do Distrato Imobiliário (Lei nº 13.786/2018), que estabelece as regras para essa situação.

Essa lei diz que, se você desistir da compra, a empresa pode ficar com uma parte do dinheiro que você já pagou. Geralmente, esse valor pode ser de até 25% do que foi pago.
Mas, se o empreendimento tiver uma proteção especial chamada "patrimônio de afetação" (que garante que o dinheiro da obra seja usado só para ela), a empresa pode reter até 50%. O restante do dinheiro deve ser devolvido em até 180 dias depois que o distrato for assinado. Se a empresa demorar para pagar, ela terá que corrigir o valor e pagar juros. É bom saber que, em alguns casos, a Justiça tem diminuído essas multas, principalmente se o comprador estiver passando por uma situação financeira muito difícil ou se a empresa fez promessas que não cumpriu.

Mas tem situações em que você tem direito a receber 100% do valor de volta. Isso acontece, por exemplo, se a empresa não cumprir o que prometeu no contrato, como atrasar muito a entrega do imóvel ou mudar as condições de venda sem avisar. Se o terreno que você comprou tiver problemas de documentação ou não estiver regularizado, você também tem direito a receber todo o dinheiro de volta, sem nenhum desconto. E se a empresa mudar as condições de venda de um jeito que te prejudique, como aumentar os preços ou mudar as regras de financiamento, você também pode pedir o distrato e receber tudo de volta.

É importante lembrar que, mesmo que você desista da compra sem que a empresa tenha culpa, a parte que ela retém do seu dinheiro precisa ser justa. Cláusulas que permitem à empresa ficar com todo o valor pago ou cobrar multas muito altas são consideradas abusivas. O Código de Defesa do Consumidor está aí para te proteger e permite que você conteste essas cobranças na Justiça.
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Por isso, antes de tomar qualquer decisão, é fundamental ler bem o seu contrato. Se for preciso cancelar a compra, faça o pedido por escrito. E se sentir que seus direitos não estão sendo respeitados, procure um advogado. O distrato imobiliário é um direito seu, mas é preciso ficar atento às regras para garantir que tudo seja feito da forma correta.
 
 
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DEFENDENDO SEUS DIREITOS NOS PLANOS DE SAÚDE

23/6/2025

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Escrito por Rodrigo Gasparini Franco 

O aumento abusivo em planos de saúde impacta muitos brasileiros, que enfrentam reajustes financeiros inesperados e, muitas vezes, sem justificativa. Apesar da regulamentação, operadoras impõem aumentos que comprometem o orçamento familiar, levantando questões sobre a proteção dos direitos do consumidor.

Reajustes ocorrem por mudanças na faixa etária, custos médicos e atualizações da ANS. O problema se agrava quando extrapolam a razoabilidade, desafiando a boa-fé e transparência do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A legislação exige relações de consumo equilibradas, e práticas abusivas colocam o consumidor em desvantagem.

O reajuste por faixa etária, especialmente para idosos, é sensível. A Lei dos Planos de Saúde permite, mas exige critérios objetivos e detalhamento no contrato. O Estatuto do Idoso proíbe discriminação por idade, incluindo aumentos que inviabilizem o plano. Reajustes desproporcionais podem ser contestados judicialmente.

O reajuste anual também é importante. Em planos individuais/familiares, a ANS autoriza. Em coletivos, operadoras e empresas negociam, resultando em aumentos maiores e menos transparentes. O consumidor deve estar atento às cláusulas contratuais e exigir informações detalhadas sobre os critérios de reajuste.

Diante de um aumento abusivo, o consumidor deve buscar informações na operadora, solicitando a planilha de custos e verificando a conformidade com as normas da ANS ou contrato. Se a operadora se recusar, o consumidor pode registrar reclamação em órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

Se a resolução administrativa falhar, o consumidor pode ingressar com ação judicial para questionar o aumento abusivo. Com um advogado especializado, é possível reunir provas, analisar o contrato e desenvolver uma estratégia jurídica. Tribunais frequentemente reconhecem a abusividade de reajustes desproporcionais, determinando a revisão dos valores com base na razoabilidade e proporcionalidade.

Além disso, o consumidor pode buscar a devolução dos valores pagos a mais, se o aumento abusivo for comprovado. A devolução pode ser simples ou em dobro, conforme o artigo 42 do CDC, especialmente em casos de má-fé da operadora.
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A proteção contra aumentos abusivos exige vigilância, informação e ação. Conhecer os direitos e buscar auxílio jurídico são essenciais para evitar prejuízos financeiros e garantir o acesso à saúde, um direito fundamental. Lutar por condições justas é um exercício de cidadania que beneficia toda a sociedade.
 
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