<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" >

<channel><title><![CDATA[Gazeta Ribeir&atilde;o - Blog]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog]]></link><description><![CDATA[Blog]]></description><pubDate>Sat, 19 Sep 2026 01:02:06 -0300</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[INCLUSÃO EM MOVIMENTO]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/inclusao-em-movimento]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/inclusao-em-movimento#comments]]></comments><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 00:45:25 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/inclusao-em-movimento</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco&nbsp;  Uma boa not&iacute;cia para as fam&iacute;lias e pessoas com transtorno do espectro autista chegou recentemente com a decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal, que reafirmou o direito &agrave; inclus&atilde;o e &agrave; mobilidade. Agora, autistas com n&iacute;vel 1 de suporte, anteriormente classificados como "leves", n&atilde;o podem mais ser exclu&iacute;dos automaticamente das isen&ccedil;&otilde;es tribut&aacute;rias na compra de ve&iacut [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/ipva-austita_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco&nbsp;</h2>  <div class="paragraph"><span><font color="#2a2a2a" size="4">Uma boa not&iacute;cia para as fam&iacute;lias e pessoas com transtorno do <strong>espectro autista</strong> chegou recentemente com a decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal, que reafirmou o direito &agrave; <strong>inclus&atilde;o e &agrave; mobilidade</strong>. Agora, <strong>autistas com n&iacute;vel 1 de suporte</strong>, anteriormente classificados como <strong>"leves"</strong>, n&atilde;o podem mais ser <strong>exclu&iacute;dos automaticamente das isen&ccedil;&otilde;es tribut&aacute;rias na compra de ve&iacute;culos novos.</strong> A justi&ccedil;a entendeu que o grau de suporte, isoladamente, n&atilde;o define as barreiras enfrentadas no dia a dia, garantindo que o benef&iacute;cio seja avaliado de forma individual e justa, sem discrimina&ccedil;&otilde;es baseadas apenas em nomenclaturas m&eacute;dicas.<br /><br /></font></span><span><font color="#2a2a2a" size="4">Essa mudan&ccedil;a abre portas para que milhares de pessoas <strong>busquem a al&iacute;quota zero em impostos como o IPI, federal, e o ICMS, estadual.</strong> Na pr&aacute;tica, isso pode representar uma redu&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 30% no valor final do autom&oacute;vel, facilitando o acesso a um transporte seguro e confort&aacute;vel, essencial para a autonomia e para o deslocamento frequente a terapias e escolas. Mesmo que a <strong>pessoa autista n&atilde;o seja a condutora, o ve&iacute;culo pode ser adquirido em seu nome e dirigido por pais ou respons&aacute;veis legais</strong>, desde que comprovada a finalidade de assist&ecirc;ncia.<br /></font></span><br /><span><font color="#2a2a2a" size="4">Para conseguir o benef&iacute;cio, o <strong>caminho exige paci&ecirc;ncia</strong>, mas &eacute; totalmente vi&aacute;vel. O primeiro passo &eacute; obter um <strong>laudo m&eacute;dico detalhado,</strong> seguindo os modelos oficiais dos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos, que ateste o diagn&oacute;stico. Com esse documento em m&atilde;os, o interessado deve <strong>iniciar o pedido pela internet, primeiramente junto &agrave; Receita Federal para a isen&ccedil;&atilde;o do IPI e, em seguida, na Secretaria da Fazenda do seu estado para o ICMS</strong>. Cada estado possui regras pr&oacute;prias sobre prazos e limites de pre&ccedil;o do ve&iacute;culo, por isso &eacute; fundamental consultar os portais locais para n&atilde;o perder nenhum detalhe.<br /></font></span><br /><span><font color="#2a2a2a" size="4">Al&eacute;m do desconto na compra, o direito se estende tamb&eacute;m &agrave; <strong>isen&ccedil;&atilde;o do IPVA</strong> e, em algumas cidades, &agrave; <strong>dispensa do rod&iacute;zio municipal e ao uso de vagas especiais.</strong> &Eacute; importante lembrar que o processo deve ser feito <strong>antes de fechar o neg&oacute;cio na concession&aacute;ria,</strong> pois as<strong> isen&ccedil;&otilde;es precisam ser apresentadas no momento do faturamento direto da f&aacute;brica.</strong> Com a documenta&ccedil;&atilde;o em ordem e a recente vit&oacute;ria nos tribunais, garantir esse direito tornou-se um processo mais fluido, transformando o que era uma barreira burocr&aacute;tica em uma conquista real de cidadania e qualidade de vida.</font></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[QUEM DECIDE O SEU TRATAMENTO: O MÉDICO OU O CONVÊNIO?]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/quem-decide-o-seu-tratamento-o-medico-ou-o-convenio]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/quem-decide-o-seu-tratamento-o-medico-ou-o-convenio#comments]]></comments><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 02:03:46 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/quem-decide-o-seu-tratamento-o-medico-ou-o-convenio</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco  A judicializa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de no Brasil tem se tornado um caminho cada vez mais frequentado por consumidores da classe m&eacute;dia que, apesar de manterem em dia o pagamento de mensalidades muitas vezes elevadas, enfrentam a negativa de cobertura por parte das operadoras. O impasse geralmente ocorre quando o plano de sa&uacute;de alega que determinado tratamento, exame ou medicamento n&atilde;o consta no Rol de Procedimentos e Evento [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/medico-1_orig.jpeg" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco</h2>  <div class="paragraph">A <strong>judicializa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de no Brasil </strong>tem se tornado um caminho cada vez mais frequentado por <strong>consumidores da classe m&eacute;dia</strong> que, apesar de manterem em dia o pagamento de mensalidades muitas vezes elevadas, enfrentam a <strong>negativa de cobertura</strong> por parte das operadoras. O impasse geralmente ocorre quando o plano de sa&uacute;de alega que <strong>determinado tratamento, exame ou medicamento n&atilde;o consta no Rol de Procedimentos e Eventos em Sa&uacute;de da ANS.</strong> No entanto, o entendimento jur&iacute;dico consolidado aponta que esse rol deve ser considerado o conte&uacute;do m&iacute;nimo de cobertura, e n&atilde;o uma lista taxativa que impe&ccedil;a o acesso a terapias modernas e essenciais prescritas por m&eacute;dicos assistentes.<br /><br />O conflito de interesses ganha contornos dram&aacute;ticos <strong>quando a negativa envolve doen&ccedil;as graves, cirurgias de emerg&ecirc;ncia ou tratamentos de uso continuado,</strong> como os oncol&oacute;gicos e as terapias para transtornos do neurodesenvolvimento. Nestes casos, a recusa da operadora sob o argumento de exclus&atilde;o contratual ou aus&ecirc;ncia de previs&atilde;o normativa <strong>pode ser questionada judicialmente</strong>, fundamentando-se no C&oacute;digo de Defesa do Consumidor e na pr&oacute;pria Lei dos Planos de Sa&uacute;de. A justi&ccedil;a brasileira tem decidido, de forma majorit&aacute;ria, que, se a <strong>doen&ccedil;a &eacute; coberta pelo contrato</strong>, cabe ao m&eacute;dico - e n&atilde;o &agrave; seguradora - determinar qual &eacute; a t&eacute;cnica ou o f&aacute;rmaco mais adequado para a busca da cura ou da preserva&ccedil;&atilde;o da vida do paciente.<br /><br />Diante de uma <strong>negativa</strong>, o primeiro passo do benefici&aacute;rio deve ser a <strong>solicita&ccedil;&atilde;o formal e por escrito do motivo do indeferimento</strong>, um direito garantido pela Resolu&ccedil;&atilde;o Normativa 395 da ANS que a operadora &eacute; obrigada a cumprir em prazos espec&iacute;ficos. Com esse documento em m&atilde;os e um relat&oacute;rio m&eacute;dico detalhado, que justifique a urg&ecirc;ncia e a necessidade t&eacute;cnica do procedimento, o <strong>usu&aacute;rio pode registrar uma queixa nos canais de atendimento da pr&oacute;pria ANS e em &oacute;rg&atilde;os de defesa do consumidor</strong>. Muitas vezes, essa press&atilde;o administrativa &eacute; suficiente para reverter a decis&atilde;o, mas, caso a postura da empresa se mantenha irredut&iacute;vel, o ajuizamento de uma a&ccedil;&atilde;o com pedido de liminar torna-se a ferramenta mais eficaz.<br /><br />A medida liminar permite que o <strong>juiz obrigue a operadora a autorizar o tratamento de forma imediata,</strong> dada a natureza urgente do direito &agrave; sa&uacute;de, antes mesmo do fim do processo. Al&eacute;m de <strong>garantir a cobertura,</strong> <strong>o benefici&aacute;rio pode pleitear indeniza&ccedil;&otilde;es por danos morais</strong>, visto que a negativa indevida gera ang&uacute;stia e agrava o sofrimento psicol&oacute;gico em momentos de vulnerabilidade. Portanto, a classe m&eacute;dia deve estar ciente de que o contrato de sa&uacute;de n&atilde;o &eacute; absoluto e que a <strong>prote&ccedil;&atilde;o da vida prevalece</strong> sobre cl&aacute;usulas restritivas que desvirtuam a finalidade assistencial do servi&ccedil;o contratado.&nbsp;<br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[TORNEIRA SECA E GELADEIRA DESLIGADA?]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/torneira-seca-e-geladeira-desligada]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/torneira-seca-e-geladeira-desligada#comments]]></comments><pubDate>Sun, 28 Jun 2026 00:57:30 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/torneira-seca-e-geladeira-desligada</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco  Cortar &aacute;gua ou energia el&eacute;trica por &ldquo;qualquer motivo&rdquo; ainda &eacute; uma pr&aacute;tica que atinge, principalmente, fam&iacute;lias de baixa e m&eacute;dia renda, onde um dia sem luz ou sem &aacute;gua vira crise imediata: comida estraga, rem&eacute;dios perdem a refrigera&ccedil;&atilde;o, crian&ccedil;as ficam sem banho, e a rotina de trabalho e estudo desmorona. O que muita gente n&atilde;o sabe &eacute; que nem todo corte [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/imagem-torneira-seca-e-geladeira_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco</h2>  <div class="paragraph">Cortar &aacute;gua ou energia el&eacute;trica por <strong>&ldquo;qualquer motivo&rdquo; </strong>ainda &eacute; uma pr&aacute;tica que atinge, principalmente, <strong>fam&iacute;lias de baixa e m&eacute;dia renda,</strong> onde um dia sem luz ou sem &aacute;gua vira crise imediata: comida estraga, rem&eacute;dios perdem a refrigera&ccedil;&atilde;o, crian&ccedil;as ficam sem banho, e a rotina de trabalho e estudo desmorona. O que muita gente n&atilde;o sabe &eacute; que <strong>nem todo corte &eacute; legal,</strong> e conhecer o b&aacute;sico sobre seus direitos pode evitar abusos e acelerar a solu&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Em geral, a concession&aacute;ria s&oacute; pode suspender o fornecimento por <strong>inadimpl&ecirc;ncia</strong> relacionada &agrave;quela unidade consumidora, e mesmo assim precisa seguir regras m&iacute;nimas de informa&ccedil;&atilde;o e proporcionalidade. Isso significa, na pr&aacute;tica, que a empresa <strong>deve avisar com anteced&ecirc;ncia</strong> razo&aacute;vel e de forma clara, permitindo que o consumidor saiba exatamente qual d&eacute;bito est&aacute; sendo cobrado e como regularizar. Corte <strong>&ldquo;surpresa&rdquo;, sem notifica&ccedil;&atilde;o adequada,</strong> costuma ser sinal de irregularidade - e, nesses casos, vale<strong> registrar imediatamente protocolos de atendimento e guardar comprovantes.</strong><br /><br />Outro ponto importante: d&iacute;vida <strong>antiga ou discutida</strong> pode virar armadilha. Muitas concession&aacute;rias tentam usar a suspens&atilde;o como press&atilde;o para pagamento de valores antigos, parcelamentos contestados ou contas que o consumidor afirma n&atilde;o reconhecer.<br />Quando existe <strong>erro de leitura,</strong> cobran&ccedil;a por <strong>estimativa sem explica&ccedil;&atilde;o, troca de hidr&ocirc;metro/medidor</strong> com consumo <strong>&ldquo;explodindo&rdquo;</strong> de um m&ecirc;s para outro, ou quando o d&eacute;bito n&atilde;o &eacute; daquele morador, o <strong>corte pode ser questionado</strong>. Em condom&iacute;nios e &aacute;reas com liga&ccedil;&otilde;es compartilhadas, a situa&ccedil;&atilde;o exige ainda mais cuidado, porque o consumidor n&atilde;o pode ser punido por falhas de gest&atilde;o ou por contas que n&atilde;o est&atilde;o sob seu controle direto.<br /><br />Se o <strong>corte j&aacute; aconteceu,</strong> o caminho mais eficiente costuma ser agir em duas frentes: <strong>resolver e documentar.</strong> Primeiro, entre em <strong>contato com a concession&aacute;ria, pe&ccedil;a religa&ccedil;&atilde;o</strong> e anote n&uacute;meros de protocolo, datas e nomes. Depois, <strong>registre reclama&ccedil;&atilde;o nos canais de defesa do consumidor e na ag&ecirc;ncia reguladora local,</strong> porque essas inst&acirc;ncias costumam exigir resposta mais r&aacute;pida. Se houver pessoas vulner&aacute;veis na resid&ecirc;ncia <strong>- idosos, crian&ccedil;as pequenas, pessoas com defici&ecirc;ncia ou que dependam de equipamentos el&eacute;tricos</strong> - essa informa&ccedil;&atilde;o deve ser comunicada formalmente, pois aumenta a urg&ecirc;ncia e refor&ccedil;a a necessidade de solu&ccedil;&atilde;o imediata.<br /><br />Por fim, quando o <strong>corte &eacute; indevido e gera preju&iacute;zos reais, pode haver direito &agrave; repara&ccedil;&atilde;o.</strong> Mas, antes de pensar em processo, a regra de ouro &eacute; simples: guarde tudo. Contas, prints, fotos do medidor, notas de alimentos perdidos, laudos ou receitas m&eacute;dicas e, principalmente, protocolos. Em tempos de contas digitais e atendimento por aplicativo, o <strong>&ldquo;papel&rdquo; virou captura de tela </strong>- e isso pode ser a diferen&ccedil;a entre sofrer calado e conseguir restabelecer um servi&ccedil;o que, na pr&aacute;tica, &eacute; essencial &agrave; dignidade.</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[DECLÍNIO DE UM HOMEM - OSAMU DAZAI]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/declinio-de-um-homem-osamu-dazai]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/declinio-de-um-homem-osamu-dazai#comments]]></comments><pubDate>Thu, 21 May 2026 02:31:29 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/declinio-de-um-homem-osamu-dazai</guid><description><![CDATA[       Escrito por Cezar Augusto Batista  Depois de tr&ecirc;s autores japoneses, de que me lembre, talvez mais, conheci estes dias outro: Osamu Dazai. O Davi, meu neto, quem o leu primeiro, gostou, disse que era intenso o livro e me emprestou.O meu preferido Yasunari Kawabata (1899/1972), e Haruki Murakami (1949), apesar de cinquenta anos de diferen&ccedil;a, escrevem de forma parecida, como j&aacute; falei em outras resenhas, levemente, mesmo dando aten&ccedil;&atilde;o &agrave; psique dos per [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/declinio-de-um-homem_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Cezar Augusto Batista</h2>  <div class="paragraph">Depois de tr&ecirc;s autores japoneses, de que me lembre, talvez mais, conheci estes dias outro: Osamu Dazai. O Davi, meu neto, quem o leu primeiro, gostou, disse que era intenso o livro e me emprestou.<br /><br />O meu preferido Yasunari Kawabata (1899/1972), e Haruki Murakami (1949), apesar de cinquenta anos de diferen&ccedil;a, escrevem de forma parecida, como j&aacute; falei em outras resenhas, levemente, mesmo dando aten&ccedil;&atilde;o &agrave; psique dos personagens e narrando os seus conflitos. Gostam, tamb&eacute;m, de descrever a natureza, com aten&ccedil;&atilde;o especial para as plantas e os p&aacute;ssaros.<br /><br />Andr&eacute; Kondo (1975) &eacute; de uma gera&ccedil;&atilde;o mais jovem, at&eacute; mais que eu, e nipo-brasileiro, nascido em Santo Andr&eacute;. Conheci-o pessoalmente em uma Festa da Colheita e Anivers&aacute;rio da Col&ocirc;nia Mombuca em Guatapar&aacute;, h&aacute; alguns anos, quando adquiri um livro seu, o qual muito apreciei e depois procurei outros. No caso nota-se uma literatura mais variada, com o autor contando as suas viagens, que foram muitas, e dissertando sobre os costumes japoneses. &Eacute; interessante.<br /><br />Osamu Dazai, alvo dos meus coment&aacute;rios no momento, nasceu em 1909 e faleceu em 1948.<br /><br />Possui outros livros, entretanto, por enquanto, li somente este. Realmente trata-se de uma obra extremamente forte: ele aborda sua pr&oacute;pria vida, detalhando muito bem os seus problemas de relacionamento, desde os familiares, colegas de escola, de trabalho, mesmo n&atilde;o exercendo nenhuma atividade com const&acirc;ncia. E um grave: o de bebida alco&oacute;lica que colaborou com a sua derrocada.<br /><br />Osamu Dazai faz uma profunda e avassaladora viagem interior, dentro de pura realidade, n&atilde;o abrandando nada. &Eacute; necess&aacute;ria muita coragem para isto. Apesar de que o Davi comentou comigo que &ldquo;ele n&atilde;o deve ter dito tudo por vergonha ou por incapacidade&rdquo;.<br /><br />Tem envolvimento com muitas mulheres, que o protegem e o ajudam, por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a. No livro n&atilde;o fala nada sobre filhos, contudo consultando o Google, vi que ele teve quatro, todos da mesma m&atilde;e. Um deles tamb&eacute;m foi escritora, e &eacute; falecida. Apenas uma filha est&aacute; viva, segundo o mundo virtual.<br /><br />O seu irm&atilde;o mais velho tentava ajud&aacute;-lo, o que era infrut&iacute;fero porque ele n&atilde;o acreditava em si e n&atilde;o tinha for&ccedil;as para reagir. Chegou a intern&aacute;-lo e depois alugar uma casa para ele. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br /><br />Todavia n&atilde;o conseguiu se firmar, passando a usar morfina para lhe dar &acirc;nimo.&nbsp; &Eacute; o que diz no livro, n&atilde;o sei se, de fato, era essa subst&acirc;ncia ou outra mais adequada contra depress&atilde;o e s&iacute;ndrome do p&acirc;nico, males dos quais, o leitor &eacute; levado a deduzir, ele era acometido. Talvez fosse algo semelhante &agrave; coca&iacute;na, pois entendo que morfina &eacute; mais indicada para dores muito agudas, e pode provocar sonol&ecirc;ncia e seda&ccedil;&atilde;o. E n&atilde;o lhe &ldquo;empurraria&rdquo; para o trabalho.<br />&#8203;<br />&Eacute; importante a Obra, como s&atilde;o todas. Sempre pode-se aprender e procurar o melhor caminho para n&oacute;s e para auxiliar o pr&oacute;ximo, evitando-se os decl&iacute;nios profundos.<br />O autor tentou suic&iacute;dio por quatro vezes, duas antes dos vinte anos. S&oacute; por isso, v&ecirc;-se que &eacute; deveras triste a hist&oacute;ria, portanto, durante a leitura, voc&ecirc; precisa ficar fora dela.&nbsp;&nbsp;<br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[DÍVIDAS SEM FIM]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/dividas-sem-fim]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/dividas-sem-fim#comments]]></comments><pubDate>Thu, 21 May 2026 02:12:37 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/dividas-sem-fim</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco  O crescente endividamento das fam&iacute;lias brasileiras n&atilde;o &eacute; apenas um fen&ocirc;meno econ&ocirc;mico, mas uma quest&atilde;o jur&iacute;dica que demanda aten&ccedil;&atilde;o imediata. Na pr&aacute;tica forense, observa-se um aumento significativo de consumidores que, diante da perda de renda, da alta do custo de vida e da oferta facilitada de cr&eacute;dito, acabam comprometendo grande parte de seus ganhos com d&iacute;vidas que se  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/dividas-sem-fim-3_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco</h2>  <div class="paragraph">O crescente endividamento das fam&iacute;lias brasileiras n&atilde;o &eacute; apenas um fen&ocirc;meno econ&ocirc;mico, mas uma quest&atilde;o jur&iacute;dica que demanda aten&ccedil;&atilde;o imediata. Na pr&aacute;tica forense, observa-se um aumento significativo de consumidores que, diante da perda de renda, da alta do custo de vida e da oferta facilitada de cr&eacute;dito, acabam comprometendo grande parte de seus ganhos com d&iacute;vidas que se tornam impag&aacute;veis. Esse cen&aacute;rio caracteriza o chamado superendividamento, situa&ccedil;&atilde;o em que o cidad&atilde;o n&atilde;o consegue quitar suas obriga&ccedil;&otilde;es sem comprometer sua pr&oacute;pria subsist&ecirc;ncia.<br /><br />Do ponto de vista legal, &eacute; importante destacar que o ordenamento jur&iacute;dico brasileiro passou a oferecer instrumentos mais efetivos de prote&ccedil;&atilde;o ao consumidor com a entrada em vigor da Lei do Superendividamento (Lei n&ordm; 14.181/2021). Essa norma alterou o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor e trouxe mecanismos relevantes, como a possibilidade de renegocia&ccedil;&atilde;o global das d&iacute;vidas, garantindo condi&ccedil;&otilde;es mais equilibradas e preservando o m&iacute;nimo existencial do devedor.<br /><br />Na pr&aacute;tica, o consumidor endividado deve adotar algumas medidas imediatas. A primeira delas &eacute; organizar todas as suas d&iacute;vidas, identificando credores, valores atualizados e taxas de juros aplicadas. Esse levantamento &eacute; essencial para qualquer tentativa de negocia&ccedil;&atilde;o. Em seguida, recomenda-se buscar diretamente as institui&ccedil;&otilde;es financeiras para propor renegocia&ccedil;&otilde;es, sempre solicitando a revis&atilde;o de encargos abusivos e a adequa&ccedil;&atilde;o das parcelas &agrave; real capacidade de pagamento.<br /><br />Caso n&atilde;o haja acordo, o consumidor pode recorrer aos &oacute;rg&atilde;os de prote&ccedil;&atilde;o, como o Procon, ou at&eacute; mesmo ao Poder Judici&aacute;rio, pleiteando a instaura&ccedil;&atilde;o de um processo de repactua&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas. Nesse procedimento, &eacute; poss&iacute;vel reunir todos os credores em uma &uacute;nica negocia&ccedil;&atilde;o, sob supervis&atilde;o judicial, o que costuma resultar em condi&ccedil;&otilde;es mais justas e vi&aacute;veis.<br /><br />Outro ponto fundamental diz respeito &agrave; an&aacute;lise de poss&iacute;veis pr&aacute;ticas abusivas. &Eacute; comum identificar contratos com juros excessivos, falta de transpar&ecirc;ncia ou concess&atilde;o irrespons&aacute;vel de cr&eacute;dito. Nessas situa&ccedil;&otilde;es, o consumidor tem o direito de questionar judicialmente tais cl&aacute;usulas, podendo obter a revis&atilde;o contratual.<br /><br />Al&eacute;m das medidas jur&iacute;dicas, &eacute; indispens&aacute;vel adotar uma postura preventiva. Evitar o uso indiscriminado do cr&eacute;dito rotativo, priorizar despesas essenciais e buscar educa&ccedil;&atilde;o financeira s&atilde;o atitudes que contribuem para a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de financeira e evitam a reincid&ecirc;ncia do problema.<br />&#8203;<br />Portanto, o enfrentamento do endividamento exige n&atilde;o apenas conhecimento dos direitos, mas tamb&eacute;m a&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica. O consumidor n&atilde;o est&aacute; desamparado: h&aacute; instrumentos legais eficazes que, quando bem utilizados, permitem a reorganiza&ccedil;&atilde;o financeira sem a perda da dignidade.<br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[GOLPE DO PIX]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/golpe-do-pix]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/golpe-do-pix#comments]]></comments><pubDate>Tue, 24 Mar 2026 00:15:03 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/golpe-do-pix</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco  O avan&ccedil;o do Pix trouxe muita facilidade para o dia a dia, mas tamb&eacute;m abriu as portas para uma verdadeira epidemia de golpes que atinge principalmente quem mais precisa do dinheiro: a classe m&eacute;dia e as fam&iacute;lias mais pobres. Hoje, perder as economias de uma vida em poucos segundos tornou-se um medo real. No entanto, o que muita gente n&atilde;o sabe &eacute; que, perante a lei, os bancos t&ecirc;m uma responsabilidade muito m [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/golpe-do-pix-2_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco</h2>  <div class="paragraph">O avan&ccedil;o do <strong>Pix</strong> trouxe muita facilidade para o dia a dia, mas tamb&eacute;m abriu as portas para uma verdadeira <strong>epidemia de golpes</strong> que atinge principalmente quem mais precisa do dinheiro: a <strong>classe m&eacute;dia e as fam&iacute;lias mais pobres</strong>. Hoje, perder as economias de uma vida em poucos segundos tornou-se um <strong>medo real.</strong> No entanto, o que muita gente n&atilde;o sabe &eacute; que, perante a lei, <strong>os bancos t&ecirc;m uma responsabilidade muito maior do que costumam admitir</strong> quando um cliente &eacute; v&iacute;tima de uma fraude digital. A <strong>justi&ccedil;a brasileira </strong>entende que as <strong>institui&ccedil;&otilde;es financeiras respondem de forma objetiva pelos danos causados por golpistas.</strong> Isso significa que, como o banco lucra com o servi&ccedil;o digital, ele tamb&eacute;m deve assumir os riscos e a seguran&ccedil;a desse sistema, n&atilde;o podendo simplesmente empurrar toda a culpa para o consumidor.<br /><br />De acordo com o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, o servi&ccedil;o banc&aacute;rio deve ser, acima de tudo, seguro. Quando um banco permite que uma conta rec&eacute;m-aberta <strong>receba valores altos e os espalhe rapidamente para outras contas</strong>&nbsp;-&nbsp;as famosas <strong>"contas laranja"</strong>&nbsp;-, ele est&aacute; falhando em seu dever de vigil&acirc;ncia. A justi&ccedil;a tem decidido que os bancos precisam <strong>monitorar transa&ccedil;&otilde;es que fogem completamente ao perfil do cliente</strong>. Se voc&ecirc; nunca fez uma transfer&ecirc;ncia de alto valor e, de repente, seu saldo &eacute; zerado em minutos para uma conta desconhecida, o sistema de seguran&ccedil;a do banco deveria ter <strong>travado a opera&ccedil;&atilde;o</strong>. Se n&atilde;o travou, houve uma falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o.<br /><br />Muitas vezes, os bancos tentam se esquivar dizendo que a culpa foi exclusiva da v&iacute;tima, que <strong>"clicou no link"</strong> <strong>ou "digitou a senha"</strong>. Por&eacute;m, o entendimento jur&iacute;dico atual &eacute; de que o <strong>golpe s&oacute; se concretiza porque o sistema banc&aacute;rio permitiu</strong> que o criminoso abrisse uma conta falsa ou movimentasse o dinheiro roubado sem dificuldades. O chamado <strong>"fortuito interno"</strong> &eacute; o termo jur&iacute;dico que explica isso: o golpe faz parte do risco do neg&oacute;cio do banco. Assim, mesmo que o consumidor tenha sido enganado por um golpista, a <strong>institui&ccedil;&atilde;o financeira pode ser condenada a devolver o dinheiro</strong> e, em alguns casos, at&eacute; a pagar uma indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais.<br /><br />Para quem foi v&iacute;tima, o caminho inicial &eacute; <strong>registrar o boletim de ocorr&ecirc;ncia e acionar o Mecanismo Especial de Devolu&ccedil;&atilde;o (MED)</strong> do Banco Central pelo pr&oacute;prio aplicativo. Mas, como esse sistema nem sempre recupera o valor, a justi&ccedil;a se torna a ferramenta mais poderosa para reequilibrar essa balan&ccedil;a. O Direito serve justamente para garantir que a tecnologia n&atilde;o seja usada para deixar o cidad&atilde;o comum desprotegido, reafirmando que a <strong>seguran&ccedil;a do nosso dinheiro &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o que os bancos</strong> n&atilde;o podem ignorar.<br /><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[CONTA DE LUZ NAS ALTURAS? CONHEÇA AS REGRAS PARA EVITAR CORTES E COBRANÇAS INDEVIDAS]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/conta-de-luz-nas-alturas-conheca-as-regras-para-evitar-cortes-e-cobrancas-indevidas]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/conta-de-luz-nas-alturas-conheca-as-regras-para-evitar-cortes-e-cobrancas-indevidas#comments]]></comments><pubDate>Thu, 19 Feb 2026 01:57:30 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/conta-de-luz-nas-alturas-conheca-as-regras-para-evitar-cortes-e-cobrancas-indevidas</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco  O susto ao abrir a conta de luz e se deparar com um valor muito acima da m&eacute;dia mensal &eacute; uma realidade que atinge milhares de brasileiros, gerando n&atilde;o apenas preocupa&ccedil;&atilde;o financeira, mas tamb&eacute;m um sentimento de impot&ecirc;ncia diante das concession&aacute;rias de energia. Quando o consumo faturado n&atilde;o condiz com a rotina da resid&ecirc;ncia, o primeiro passo &eacute; manter a calma e buscar entender a or [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/conta-de-luz-nas-altura-1_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco</h2>  <div class="paragraph">O susto ao abrir <strong>a conta de luz e se deparar com um valor muito acima da m&eacute;dia mensal</strong> &eacute; uma realidade que atinge milhares de brasileiros, gerando n&atilde;o apenas preocupa&ccedil;&atilde;o financeira, mas tamb&eacute;m um <strong>sentimento de impot&ecirc;ncia diante das concession&aacute;rias de energia.</strong> Quando o consumo faturado n&atilde;o condiz com a rotina da resid&ecirc;ncia, o primeiro passo &eacute; <strong>manter a calma e buscar entender a origem dessa discrep&acirc;ncia.</strong> Muitas vezes, o problema n&atilde;o est&aacute; no uso excessivo de aparelhos eletr&ocirc;nicos, mas em <strong>falhas que ocorrem entre o poste e o papel da fatura,</strong> exigindo que o consumidor saiba distinguir entre o consumo real e os erros de medi&ccedil;&atilde;o.<br /><br />A diferen&ccedil;a entre o que foi efetivamente consumido e o que consta na conta pode decorrer de diversos fatores t&eacute;cnicos. O <strong>erro de leitura &eacute; um dos mais comuns,</strong> ocorrendo quando o funcion&aacute;rio da empresa <strong>registra um n&uacute;mero incorreto no medidor</strong> ou quando a fatura &eacute; emitida por m&eacute;dia aritm&eacute;tica devido &agrave; impossibilidade de acesso ao rel&oacute;gio. Al&eacute;m disso, o pr&oacute;prio <strong>medidor pode apresentar defeitos de calibra&ccedil;&atilde;o, registrando uma passagem de energia maior do que a real</strong>. Para verificar se h&aacute; um erro, o cidad&atilde;o deve comparar o n&uacute;mero que aparece no visor do seu rel&oacute;gio com o que est&aacute; descrito no campo<strong> "leitura atual"</strong> da conta. Se o n&uacute;mero no rel&oacute;gio for menor do que o registrado na fatura, o erro de leitura est&aacute; comprovado e a retifica&ccedil;&atilde;o deve ser exigida imediatamente.<br /><br />Caso a empresa insista na cobran&ccedil;a, <strong>o consumidor tem o direito de solicitar uma aferi&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica do medidor</strong>. &Eacute; importante lembrar que, enquanto a conta estiver sob contesta&ccedil;&atilde;o administrativa, o <strong>di&aacute;logo com a empresa deve ser documentado por meio de protocolos</strong>. Se o problema persistir, &oacute;rg&atilde;os como o <strong>Procon</strong> e as <strong>ag&ecirc;ncias reguladoras estaduais</strong> devem ser acionados. Muitas vezes, o aumento s&uacute;bito tamb&eacute;m pode indicar fugas de energia na fia&ccedil;&atilde;o interna do im&oacute;vel, o que, embora seja responsabilidade do propriet&aacute;rio, precisa ser identificado para cessar o preju&iacute;zo.<br /><br />Por fim, &eacute; fundamental que o cidad&atilde;o conhe&ccedil;a as prote&ccedil;&otilde;es legais que impedem abusos por parte das fornecedoras. A legisla&ccedil;&atilde;o brasileira &eacute; clara ao determinar que a <strong>energia el&eacute;trica &eacute; um servi&ccedil;o essencial</strong> e, por isso, a empresa <strong>n&atilde;o pode efetuar o corte de forma arbitr&aacute;ria</strong>. A interrup&ccedil;&atilde;o do fornecimento s&oacute; &eacute; permitida mediante um aviso pr&eacute;vio de, no m&iacute;nimo, 15 dias, informando claramente a data prevista para o desligamento. Al&eacute;m disso, <strong>a justi&ccedil;a entende que o corte n&atilde;o pode ser utilizado como forma de coer&ccedil;&atilde;o</strong> para o pagamento de d&iacute;vidas antigas, as chamadas d&iacute;vidas pret&eacute;ritas, que ultrapassam 90 dias. Nesses casos, a empresa deve buscar as vias judiciais para a cobran&ccedil;a, mantendo o fornecimento ativo para as contas atuais que estiverem em dia.<br />&nbsp;<br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[REFORMA TRIBUTÁRIA: O MAPA DA MINA PRA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/reforma-tributaria-o-mapa-da-mina-pra-micro-e-pequenas-empresas]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/reforma-tributaria-o-mapa-da-mina-pra-micro-e-pequenas-empresas#comments]]></comments><pubDate>Tue, 27 Jan 2026 01:32:10 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/reforma-tributaria-o-mapa-da-mina-pra-micro-e-pequenas-empresas</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco  A reforma tribut&aacute;ria entra em vigor neste ano e traz mudan&ccedil;as diretas para micro e pequenas empresas, que representam a maior parte dos empregos formais do pa&iacute;s. A promessa &eacute; de simplifica&ccedil;&atilde;o e mais competitividade, mas o impacto real depender&aacute; de como cada empreendedor se preparar para o novo sistema. Entender as mudan&ccedil;as e agir r&aacute;pido pode evitar surpresas na carga tribut&aacute;ria e ab [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/reforma-tributaria_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco</h2>  <div class="paragraph">A reforma tribut&aacute;ria entra em vigor neste ano e traz mudan&ccedil;as diretas para <strong>micro e pequenas empresas,</strong> que representam a maior parte dos empregos formais do pa&iacute;s. A promessa &eacute; de <strong>simplifica&ccedil;&atilde;o e mais competitividade</strong>, mas o impacto real depender&aacute; de como cada empreendedor se preparar para o novo sistema. Entender as mudan&ccedil;as e agir r&aacute;pido pode evitar surpresas na carga tribut&aacute;ria e abrir oportunidades de crescimento.<br /><br />O principal ponto da reforma &eacute; a <strong>cria&ccedil;&atilde;o de dois impostos sobre valor agregado: a CBS (federal) e o IBS (de estados e munic&iacute;pios)</strong>, que substituir&atilde;o PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.<br />Para quem est&aacute; no Simples Nacional, o regime simplificado continua, mas com uma novidade estrat&eacute;gica: a partir deste ano, pequenos neg&oacute;cios poder&atilde;o, em certas condi&ccedil;&otilde;es,<strong> destacar CBS e IBS nas notas fiscais e gerar cr&eacute;ditos </strong>para seus clientes. Isso elimina uma barreira hist&oacute;rica para entrar em grandes cadeias de fornecimento.<br />&#8203;<br />Na pr&aacute;tica, empresas do Simples que vendem para ind&uacute;strias, redes varejistas ou grandes prestadores de servi&ccedil;os deixam de ser vistas como <strong>"menos interessantes"</strong> por n&atilde;o gerarem cr&eacute;dito tribut&aacute;rio. A reforma abre essa porta, mas exige que o empreendedor abra m&atilde;o de parte da simplicidade atual, apurando tributos espec&iacute;ficos. A decis&atilde;o precisa de c&aacute;lculo, simula&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o especializada.<br /><br />A primeira dica &eacute; n&atilde;o esperar: <strong>converse j&aacute; com seu advogado sobre cen&aacute;rios poss&iacute;veis.</strong> Vale a pena destacar CBS e IBS nas notas? H&aacute; vantagem em permanecer no Simples tradicional? Qual o impacto nas margens? Simula&ccedil;&otilde;es baseadas no faturamento real e na estrutura de custos s&atilde;o essenciais para transformar a reforma em oportunidade.<br /><br />A segunda orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; <strong>investir em digitaliza&ccedil;&atilde;o.</strong> Quem ainda trabalha "no papel" ou em planilhas improvisadas deve <strong>adotar um sistema simples de gest&atilde;o e emiss&atilde;o de notas,</strong> integrado a profissionais de contabilidade e assessoria jur&iacute;dica. A reforma promete reduzir burocracias e padronizar obriga&ccedil;&otilde;es, mas a transi&ccedil;&atilde;o exige adapta&ccedil;&atilde;o de sistemas eletr&ocirc;nicos.<br /><br />Para <strong>microempreendedores individuais</strong>, a terceira dica &eacute; usar o in&iacute;cio de 2026 para <strong>regularizar CNPJ, organizar emiss&atilde;o de notas e separar contas pessoais das empresariais.</strong> Em um ambiente tribut&aacute;rio mais digital, a informalidade ter&aacute; custo maior.<br /><br />A quarta recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; <strong>acompanhar as discuss&otilde;es sobre al&iacute;quotas e benef&iacute;cios setoriais</strong> por meio de sindicatos, Sebrae e entidades empresariais. Quanto mais organizado o segmento, maiores as chances de prote&ccedil;&atilde;o aos menores neg&oacute;cios.<br /><br />Por fim, a quinta dica &eacute; <strong>refor&ccedil;ar o controle de caixa e custos</strong>. Ter dados de faturamento, ticket m&eacute;dio e margens ajuda a revisar pre&ccedil;os com seguran&ccedil;a caso os tributos efetivos mudem.<br /><br />Com a reforma em andamento, micro e pequenas empresas enfrentam um cen&aacute;rio amb&iacute;guo: <strong>o novo sistema pode simplificar e abrir mercados,</strong> mas tamb&eacute;m <strong>punir</strong> quem <strong>permanecer desorganizado</strong>. Informa&ccedil;&atilde;o qualificada, apoio profissional e investimento em gest&atilde;o separar&atilde;o quem sofrer&aacute; da mudan&ccedil;a de quem transformar&aacute; a nova realidade em vantagem competitiva.</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[DEZEMBRO LARANJA 2025 REFORÇA A PREVENÇÃO CÂNCER DE PELE: O TUMOR DE MAIOR INCIDÊNCIA NO BRASIL]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/dezembro-laranja-2025-reforca-a-prevencao-cancer-de-pele-o-tumor-de-maior-incidencia-no-brasil]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/dezembro-laranja-2025-reforca-a-prevencao-cancer-de-pele-o-tumor-de-maior-incidencia-no-brasil#comments]]></comments><pubDate>Tue, 30 Dec 2025 01:24:35 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/dezembro-laranja-2025-reforca-a-prevencao-cancer-de-pele-o-tumor-de-maior-incidencia-no-brasil</guid><description><![CDATA[       A m&eacute;dica especializada em Dermatologia Fl&aacute;via Villela, alerta para a import&acirc;ncia da preven&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico precoce  Com o aumento da exposi&ccedil;&atilde;o solar no Brasil, o c&acirc;ncer de pele permanece como o tipo de tumor mais frequente no pa&iacute;s, representando cerca de 33% de todos os casos registrados. Segundo o Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA), s&atilde;o detectados aproximadamente 185 mil novos casos por ano. A m&eacute;dic [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/dezembro-laranja_orig.png" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">A m&eacute;dica especializada em Dermatologia Fl&aacute;via Villela, alerta para a import&acirc;ncia da preven&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico precoce<br /></h2>  <div class="paragraph">Com o aumento da exposi&ccedil;&atilde;o solar no Brasil, o <strong>c&acirc;ncer de pele</strong> permanece como o tipo de tumor mais frequente no pa&iacute;s, representando cerca de 33% de todos os casos registrados. Segundo o Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA), s&atilde;o detectados aproximadamente <strong>185 mil novos casos por ano. </strong>A m&eacute;dica especializada em <strong>Dermatologia Fl&aacute;via Villela refor&ccedil;a que a preven&ccedil;&atilde;o deve fazer parte da rotina di&aacute;ria,</strong> <strong>especialmente diante do crescimento dos diagn&oacute;sticos e da persistente falta de prote&ccedil;&atilde;o adequada entre a popula&ccedil;&atilde;o.</strong><br />&nbsp;<br />Para Dra. Fl&aacute;via, ainda h&aacute; grande subestima&ccedil;&atilde;o dos riscos. &ldquo;A <strong>exposi&ccedil;&atilde;o solar sem prote&ccedil;&atilde;o adequada &eacute; a principal causa do c&acirc;ncer de pele.</strong> Embora muitas pessoas conhe&ccedil;am os perigos da radia&ccedil;&atilde;o UV, muitas ainda n&atilde;o entendem que o uso do filtro solar precisa ser di&aacute;rio, independentemente do clima ou esta&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma.<br />&nbsp;<br />Antes dos sinais de alerta, a m&eacute;dica lembra que cada pessoa possui um n&iacute;vel diferente de sensibilidade &agrave; radia&ccedil;&atilde;o. <strong>Pessoas com pele mais clara devem redobrar os cuidados</strong>, pois possuem menor quantidade de melanina e, portanto, s&atilde;o mais vulner&aacute;veis aos efeitos nocivos do sol. Al&eacute;m disso, <strong>indiv&iacute;duos com hist&oacute;rico familiar de c&acirc;ncer de pele t&ecirc;m risco aumentado e precisam manter acompanhamento dermatol&oacute;gico regular para garantir a detec&ccedil;&atilde;o precoce de qualquer altera&ccedil;&atilde;o.</strong><br />&nbsp;<br />A observa&ccedil;&atilde;o cuidadosa dos sinais cut&acirc;neos &eacute; determinante. &ldquo;<strong>Les&otilde;es que sangram</strong> facilmente, <strong>manchas que mudam de cor ou textura e feridas que n&atilde;o cicatrizam </strong>s&atilde;o sinais que merecem aten&ccedil;&atilde;o imediata&rdquo;, refor&ccedil;a a m&eacute;dica, destacando que tanto o melanoma quanto o c&acirc;ncer de pele n&atilde;o melanoma podem evoluir se n&atilde;o forem identificados rapidamente.<br />&nbsp;<br /><strong>Cuidados essenciais para a pele</strong><br />&nbsp;<br />O cuidado di&aacute;rio deve incluir o <strong>uso de filtro solar com FPS 50 ou superior, com reaplica&ccedil;&atilde;o ao longo do dia para garantir prote&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua</strong>. A hidrata&ccedil;&atilde;o da pele, especialmente ap&oacute;s a exposi&ccedil;&atilde;o ao sol, tamb&eacute;m &eacute; fundamental para manter a barreira cut&acirc;nea saud&aacute;vel. A m&eacute;dica especializada em Dermatologia, Fl&aacute;via Villela, refor&ccedil;a ainda a import&acirc;ncia da prote&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, como chap&eacute;us, &oacute;culos escuros, roupas com prote&ccedil;&atilde;o UV e a prefer&ecirc;ncia por locais sombreados sempre que poss&iacute;vel.<br />&nbsp;<br />A m&eacute;dica destaca tamb&eacute;m a necessidade de aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas frequentemente esquecidas, como orelhas, pesco&ccedil;o, dorso das m&atilde;os, l&aacute;bios e couro cabeludo, que tamb&eacute;m sofrem danos pela radia&ccedil;&atilde;o UV. Outro ponto importante &eacute; evitar longos per&iacute;odos de exposi&ccedil;&atilde;o direta ao sol, especialmente nos hor&aacute;rios de maior intensidade. Por fim, a m&eacute;dica lembra que <strong>consultas dermatol&oacute;gicas peri&oacute;dicas s&atilde;o essenciais para acompanhar pintas, manchas e qualquer altera&ccedil;&atilde;o suspeita,</strong> garantindo diagn&oacute;stico precoce e maior seguran&ccedil;a. <strong>Dezembro Laranja 2025 refor&ccedil;a a preven&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer de pele: o tumor de maior incid&ecirc;ncia no Brasil</strong><br />&nbsp;<br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[ENDIVIDADO ATÉ O PESCOÇO? VEJA COMO A NOVA LEI PODE SALVAR SEU ORÇAMENTO]]></title><link><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/endividado-ate-o-pescoco-veja-como-a-nova-lei-pode-salvar-seu-orcamento]]></link><comments><![CDATA[https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/endividado-ate-o-pescoco-veja-como-a-nova-lei-pode-salvar-seu-orcamento#comments]]></comments><pubDate>Tue, 23 Dec 2025 03:01:23 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.gazetaribeirao.com.br/blog/endividado-ate-o-pescoco-veja-como-a-nova-lei-pode-salvar-seu-orcamento</guid><description><![CDATA[       Escrito por Rodrigo Gasparini Franco  A Lei do Superendividamento (Lei 14.181/2021) surge como um farol de esperan&ccedil;a para milh&otilde;es de brasileiros que se encontram em uma situa&ccedil;&atilde;o financeira delicada, onde as d&iacute;vidas se acumulam a ponto de comprometer a subsist&ecirc;ncia e a dignidade. Essa legisla&ccedil;&atilde;o representa um avan&ccedil;o significativo na prote&ccedil;&atilde;o do consumidor, oferecendo um caminho para a renegocia&ccedil;&atilde;o de  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.gazetaribeirao.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/endividado_orig.png" alt="Picture" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Escrito por Rodrigo Gasparini Franco</h2>  <div class="paragraph"><br />A <strong>Lei do Superendividamento (Lei 14.181/2021)</strong> surge como um farol de esperan&ccedil;a para milh&otilde;es de brasileiros que se encontram em uma<strong> situa&ccedil;&atilde;o financeira delicada</strong>, onde as d&iacute;vidas se acumulam a ponto de comprometer a subsist&ecirc;ncia e a dignidade. Essa legisla&ccedil;&atilde;o representa um <strong>avan&ccedil;o significativo na prote&ccedil;&atilde;o do consumidor, </strong>oferecendo um caminho para a renegocia&ccedil;&atilde;o de d&eacute;bitos e a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de financeira.<br /><br />Uma das principais vantagens da lei &eacute; a possibilidade de o <strong>consumidor superendividado buscar a repactua&ccedil;&atilde;o de suas d&iacute;vidas de forma organizada e judicialmente assistida</strong>. Isso significa que, ao inv&eacute;s de lidar individualmente com cada credor, o devedor pode apresentar um plano de pagamento que contemple todos os seus compromissos, respeitando o m&iacute;nimo existencial &ndash; ou seja, o valor necess&aacute;rio para cobrir as despesas b&aacute;sicas de sua fam&iacute;lia. Essa medida <strong>evita que o consumidor fique sem recursos para alimenta&ccedil;&atilde;o, moradia, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o,</strong> garantindo uma vida digna enquanto busca quitar suas pend&ecirc;ncias.<br /><br />Outro ponto crucial &eacute; a <strong>suspens&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de cobran&ccedil;a e a proibi&ccedil;&atilde;o de novas negativa&ccedil;&otilde;es</strong> durante o processo de repactua&ccedil;&atilde;o. Essa pausa &eacute; fundamental para que o devedor possa respirar, organizar suas finan&ccedil;as e negociar com mais tranquilidade, sem a press&atilde;o constante das cobran&ccedil;as e o impacto negativo no seu cr&eacute;dito. A lei tamb&eacute;m prioriza a <strong>concilia&ccedil;&atilde;o, incentivando que credores e devedores cheguem a um acordo amig&aacute;vel,</strong> o que agiliza o processo e reduz os custos para ambas as partes.<br />&#8203;<br />Para requisitar os benef&iacute;cios da<strong> Lei do Superendividamento,</strong> o primeiro passo &eacute; <strong>procurar o aux&iacute;lio de um advogado</strong>. Esse profissional poder&aacute; analisar a situa&ccedil;&atilde;o financeira do indiv&iacute;duo, verificar se ele se enquadra nos crit&eacute;rios de superendividamento e auxiliar na elabora&ccedil;&atilde;o do plano de pagamento. &Eacute; importante reunir <strong>todos os documentos</strong> relacionados &agrave;s d&iacute;vidas, <strong>como contratos, extratos e comprovantes de renda</strong>, para que o processo seja o mais transparente e eficiente poss&iacute;vel.<br /><br />Ap&oacute;s a an&aacute;lise e a elabora&ccedil;&atilde;o do plano, o pedido &eacute; <strong>protocolado na Justi&ccedil;a</strong>, que convocar&aacute; os credores para uma audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o. Caso n&atilde;o haja acordo, o juiz poder&aacute; determinar um plano de pagamento compuls&oacute;rio, garantindo que o consumidor tenha condi&ccedil;&otilde;es de quitar suas d&iacute;vidas sem comprometer sua subsist&ecirc;ncia. A <strong>Lei do Superendividamento n&atilde;o &eacute; um incentivo ao calote</strong>, mas sim uma ferramenta de <strong>inclus&atilde;o financeira e de resgate da dignidade </strong>para aqueles que, por diversos motivos, perderam o controle de suas finan&ccedil;as. &Eacute; um convite &agrave; responsabilidade compartilhada entre devedores e credores, visando a constru&ccedil;&atilde;o de um ambiente econ&ocirc;mico mais justo e equilibrado.<br /><br /></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>